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4 elementos próximos do ataque deles: os 2 centrais, o médio mais defensivo e o lateral direito. Se for necessário, Cruz bascula um pouco mais para a esquerda, Paulo para o meio e Cristiano para a direita, com o Gonçalo a ficar sempre como um apoio para pressionar por trás. Superioridade numérica no nosso meio-campo ofensivo, com o avançado a baixar para jogar nas costas dos dois médios deles. Com isto pode surgir a necessidade deles de terem um central a acompanhar, mas podemos corrigir isso tendo o Dinis mais por dentro, como vou explicar no ponto 3. Também podemos ter o Filipe a carregar em cima do Rúben, já que o Pinto vai prender o André constantemente no 1x1. 3- Ricardo tem de ser um dinamizador na esquerda. Ele a dar largura e o Dinis a vir mais para dentro para massacrar a defesa deles. Temos velocidade por fora e capacidade para finalizar por dentro. Desta forma, com o Dinis um pouco mais dentro, prendemos os centrais lá e geramos espaço para o Amorim vir tocar. Temos de minimizar o número de ataques do Paredes em que o André vai estar envolvido. Por isso, o Pinto vai ter de estar constantemente a sobrecarregá-lo no 1x1. E mesmo defensivamente pode perfeitamente ser quase mais uma marcação individual. Penso que o ponto fraco deles vão ser os extremos, que devem jogar um pouco mais por dentro.